Elementos Químicos

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Veja a tabela abaixo com todos os elementos químicos existentes em nosso planeta, assim como os seus símbolos, massa e número atômico.

Elemento

Símbolo

Número atômico

Massa atômica (aproximadamente)

Actínio

Ac

89

227

Alumínio

Al

13

27

Américio

Am

95

243

Antimônio

Sb

51

122

Argônio

Ar

18

40

Arsênio

As

33

75

Astato

At

85

210

Bário

Ba

56

137

Berílio

Be

4

9

Berquério

Bk

97

247

Bismuto

Bi

83

209

Boro

B

5

11

Bromo

Br

35

80

Cádmio

Cd

48

112

Cálcio

Ca

20

40

Califórmio

Cf

98

251

Carbono

C

6

10

Cério

Ce

58

140

Césio

Cs

55

133

Chumbo

Pb

82

207

Cloro

Cl

17

35,5

Cobalto

Co

27

59

Cobre

Cu

29

63,5

Criptônio

Kr

36

84

Cromo

Cr

24

52

Cúrio

Cm

96

247

Disprósio

Dy

66

162

Einstêinio

Es

99

255

Enxofre

S

16

32

Érbio

Er

68

167

Escândio

Sc

21

45

Estanho

Sn

50

119

Estrôncio

Sr

38

87,6

Európio

Eu

63

152

Férmio

Fm

100

257

Ferro

Fe

26

56

Flúor

F

9

19

Fósforo

P

15

31

Frâncio

Fr

87

223

Gadolínio

Gd

64

157

Gálio

Ga

31

69,7

Germânio

Ge

32

72,6

Háfnio

Hf

72

179

Hélio

He

2

4

Hidrogênio

H

1

1

Hólmio

Ho

67

165

Índio

In

49

115

Iodo

I

53

127

Irídio

Ir

77

192

Itérbio

Yb

70

173

Ítrio

Y

39

89

Lantânio

La

57

139

Laurêncio

Lr

103

257

Lítio

Li

3

7

Lutério

Lu

71

175

Magnésio

Mg

12

24,3

Manganês

Mn

25

54,9

Mendelévio

Md

101

256

Mercúrio

Hg

80

200

Molibidênio

Mo

42

96

Neodímio

Nd

60

144

Neônio

Ne

10

20

Neptúnio

Np

93

237

Nióbio

Nb

41

93

Níquel

Ni

28

58,7

Nitogênio

N

7

14

Nobélio

No

102

255

Ósmio

Os

76

190

Ouro

Au

79

197

Oxigênio

O

8

16

Paládio

Pd

46

107

Platina

Pt

78

195

Plutônio

Pu

94

242

Polônio

Po

84

210

Potássio

K

19

39

Prasiodímio

Pr

59

141

Prata

Ag

47

108

Promécio

Pm

61

147

Protactínio

Pa

91

231

Rádio

Ra

88

226

Radônio

Rn

86

222

Rênio

Re

75

186

Ródio

Rh

45

103

Rubídio

Rb

37

85,5

Rutênio

Ru

44

101

Selênio

Se

34

79

Silício

Si

14

28

Sódio

Na

11

23

Tálio

Tl

81

204

Tantálio

Ta

73

181

Tecnécio

Tc

43

99

Telúrio

Te

52

128

Térbio

Tb

65

159

Titânio

Ti

22

48

Tório

Th

90

232

Túlio

Tm

69

169

Turgstênio

W

74

184

Unnilennium

Une

109

266

Unnilhexium

Unh

106

263

Unniloctium

Uno

108

265

Unnilpentium

Unp

105

261

Unnilquadium

Unq

104

260

Unnilseptium

Uns

107

262

Urânio

U

92

238

Vanádio

V

23

51

Xenônio

Xe

54

131

Zinco

Zn

30

65,4

Zircônio

Zr

40

91

A dissociação da água

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Produto iônico da água (Kw):

A água pura apresenta uma condutividade elétrica definida, ainda que muito baixa, como consequência da sua habilidade de sofrer uma autodissociação, que pode ser escrita como:

H2O(l) + H2O(l) H3O+(aq) + OH-(aq)

A condição do equilíbrio é dada por [H3O+][OH-] / [H2O]2. No entanto, como a concentração de moléculas de água é essencialmente constante, podemos simplificar a expressão, escrevendo apenas [H+][OH-], que é conhecida como Kw (constante de dissociação da água ou produto iônico da água). O valor dessa expressão é constante, e pode ser calculado experimentalmente. À temperatura de 25 oC, independentemente de a água ser destilada ou suja e lamacenta, o produto das concentrações de do íon H+ e do íon OH- é sempre constante e vale 1,0 x 10-14. A soma [H+] + [OH-], portanto, deve sempre resultar 1,0 x 10-14 mol/L.

Kw = [H+][OH-] = 1,0 x 10-14

pH e pOH:

Como [H3O+][OH-] é uma constante, podemos dizer que estas duas concentrações são "balanceadas" uma em relação à outra, isto é, quando uma aumenta a outra diminui e vice-versa. Isso nos permite calcular a concentração de uma a partir da outra, já que sabemos o valor do produto: 1,0 x 10-14 mol/L. Por exemplo, numa solução 0,02 M de HCl, quais seriam as concentrações dos dois íons? Veja:

O HCl é um ácido forte e por isso está totalmente dissociado. Como a estequiometria da reação de ionização do ácido (HCl H+ + Cl-) é 1:1:1, se a concentração de HCl é 0,02 M, a concentração de H+ na solução é também 0,02 M. Agora, de posse do valor de [H+], encontramos facilmente a concentração de OH-:

[H+][OH-] = 1,0 x 10-14 [0,02][OH-] = 1,0 x 10-14
[OH
-] = (1,0 x 10-14) / (2,0 x 10-2) [OH-] = 5,0 x 10-13 mol/L

A concentração hidrogeniônica [H+] em uma solução pode variar de mais de 10 mol/L a menos de 1 x 10-15 mol/L. Porém, não faz muito sentido considerar medidas concentrações altíssimas ou baixíssimas de íons H3O+. Assim, foi convencionada uma faixa de concentrações [H+], de acordo com o produto iônico da água, entre 1,0 mol/L e 1,0 x 10-14 mol/L. Soluções com [H+] acima de 1 mol/L já são ácidas demais para terem sua força ácida medida, isto é, a quantidade de espécies H+ em solução é mais do que suficiente para que a solução seja considerada fortemente ácida. Por outro lado, concentrações de H+ abaixo de 1,0 x 10-14 mol/L são pequenas demais para serem consideradas, ou seja, são desprezíveis.

Usualmente, para se medir a força ácido-básica de uma solução, utiliza-se uma escala de pH, que varia de 0 a 14. O pH é definido como o logaritmo negativo da concentração hidrogeniônica [H+]. Assim, os valores 0 e 14 significam, respectivamente, concentrações 1,0 mol/L e 1,0 x 10-14 mol/L, já que -log (1,0) = 0 e -log (1,0 x 10-14) = 14. Com o conceito de pH podemos introduzir outro: o pOH que, por analogia, é definido como o logaritmo negativo da concentração hidroxiliônica [OH-]. A soma de pH + pOH sempre resultará 14. Por isso, se o pH de uma solução é 3,2 seu pOH é 10,8 e vice-versa.

Podemos então classificar as soluções em três tipos, em relação à sua força ácido-básica:

  • Soluções ácidas - A concentração de íons H3O+ é superior a de íons OH- (pH <>
  • Soluções básicas - A concentração de íons H3O+ é inferior a de íons OH- (pH = 7)
  • Soluções neutras - A concentração de íons H3O+ é igual a de íons OH- (pH > 7)

Nos cálculos de problemas envolvendo pH, geralmente usa-se a seguinte sequência: É fornecida a concentração hidrogeniônica da solução, como, por exemplo, 3,2 x 10-4 mol/L. Pela propriedade dos logaritmos tem-se que: -log (3,2 x 10-4) = - (log 3,2 + log 10-4). Lembre-se que logbbc = c; assim: log 10-x = -x. Pode-se ainda fornecer a concentração hidroxiliônica da solução para, a partir dela, calcular-se o pH.

Veja alguns exemplos de problemas envolvendo pH e pOH (use, se for preciso, uma calculadora científica para os cálculos de logaritmos):

  • 1) Calcule o pH de uma solução cuja concentração hidrogeniônica é 1,0 x 10-3 mol/L.

pH = -log (1,0 x 10-3) = - (log 1 + log 10-3) = - (0 - 3,0) = 3,0

  • 2) Calcule o pH de uma solução de HCl cuja concentração hidrogeniônica é 4,6 x 10-3 mol/L.

pH = -log (4,6 x 10-3) = - (log 4,6 + log 10-3) = - (0,66 - 3,0)= 2,34

  • 3) Calcule o pH de uma solução de NaOH de concentração 2,0 x 10-2 mol/L.

A concentração que foi dada é de espécies NaOH e não de íons H3O+. Sabemos que o NaOH é uma base forte e, por isso, encontra-se completamente ionizada em solução. A equação que descreve esse processo é NaOH Na+ + OH-. Assim, pela proporção 1:1:1, a concentração de íons OH-será igual à concentração de espécies NaOH dada no problema. Logo, temos que [OH-] = 2,0 x 10-2 mol/L. Agora, fazemos a seguinte operação:

[H+][OH-] = 1,0 x 10-14 [H+][2,0 x 10-2] = 1,0 x 10-14
[H+] = (1,0 x 10-14) / (2,0 x 10-2)
[H+] = 5,0 x 10-13 mol/L

Com o valor de [H+] calculamos o pH da solução:

pH = -log (5,0 x 10-13) = - (log 5 + log 10-13) = - (0,7 - 13,0) = 12,3

  • 4) Calcule o pH de uma solução de H2SO4 de concentração 2,5 x 10-3 mol/L.

A concentração que foi dada é de espécies H2SO4 e não de íons H3O+. Sabemos que o H2SO4 é um ácido forte e, por isso, encontra-se completamente ionizada em solução. A equação que descreve esse processo é H2SO4 2 H+ + SO42-. Assim, pela proporção 1:2:1, a concentração de íons H+ será duas vezes a concentração de espécies H2SO4 dada no problema. Logo, temos que [H+] = 5,0 x 10-3 mol/L. Com o valor de [H+] calculamos o pH da solução:

pH = -log (5,0 x 10-3) = - (log 5 + log 10-3) = - (0,7 - 3,0) = 2,3

  • 5) Qual a concentração hidrogeniônica de uma solução cujo pH é 11,68 ?

Desta vez temos que fazer a operação inversa:

[H+] = antilog (-pH) = 10-pH antilog (-11,68) = 10-11,68 = 2,1 x 10-12 mol/L

A definição de pH como sendo -log [H+] foi estendida para outros casos. Desse modo, podemos falar em pKa, pKb etc. É muito comum encontrarmos valores de pKa para ácidos e pKb para bases. O pKa de um ácido HA é -log Ka, ou seja, -log ([A-][H+] / [HA]). Para uma base MOH, o pKb é -log Kb, ou seja, -log ([M+][OH-] / [MOH]).

O EQUILÍBRIO QUÍMICO

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Definição geral de equilíbrio químico

Uma das razões pelas quais as propriedades de um sistema em equilíbrio são muito importantes é que todas as reações tendem a alcançar um equilíbrio. De fato, se permitirmos, todas as reações químicas atingem um estado de equilíbrio, embora isso nem sempre seja evidente. Às vezes dizemos que uma reação química foi "completada", mas rigorosamente falando, não existem reações que consumam 100% dos reagentes. Todos os sistemas que reagem alcançam um estado de equilíbrio, no qual permanecem pequenas quantidades de reagentes que estão sendo consumidos, até que seja quase impossível de se medir.

Considere a seguinte reação: CO2 (g) + H2 (g) CO(g) + H2O(g)

Suponha que certa quantidade de CO2 e H2 estão contidas em um recipiente hermeticamente fechado e que disponhamos de um instrumento que nos permita acompanhar o desenvolvimento da reação. Após o início da reação, percebemos que as concentrações dos reagentes (CO2 e H2) diminuem e que as dos produtos (CO e H2O) aumentam. (Todas essas concentrações aumentam e diminuem na mesma proporção, já que a relação estequiométrica de todas as substâncias envolvidas, em razão mol por mol, é de 1:1). Veja abaixo o gráfico que representaria esse equilíbrio químico:

gráfico típico de um equilíbrio químico

Considerando que a reação se inicia no instante t0, as concentrações dos reagentes diminuíram e as dos produtos aumentaram. Veja, pelo gráfico, que as variações de concentração vão se tornando menos acentuadas desde o início da reação até o instante t3, em que o equilíbrio foi atingido. Isso significa que as velocidades de troca se tornam menores com o passar do tempo. No tempo t0 somente pode ocorrer a reação no sentido da formação dos produtos: A + B C + D (reação direta). Entretanto, após certo tempo, quando significativa quantidade de produto já foi formada, pode se iniciar a reação no sentido contrário, ou seja, de se regenerar os reagentes: C + D A + B (reação inversa). A velocidade da reação direta diminui com o tempo, devido ao decréscimo de reagentes (menor número de choques efetivos). Ao mesmo tempo, a velocidade da reação inversa aumenta, por causa do aumento da concentração dos produtos.

Finalmente, em t3, a velocidade da reação direta diminui e a da reação inversa aumenta, a ponto de se igualarem. A partir daí não há mais variação das concentrações de reagentes e produtos, uma vez que estes são formados e consumidos em velocidades iguais:

CO2 (g) + H2 (g) CO(g) + H2O(g)

A constante de equilíbrio

Considere a seguinte reação genérica: aA + bB cC + dD. Chamaremos as velocidades das reações direta e inversa de V1 e V2, respectivamente. As equações que representam essas velocidades são:

V1 = K1 [A]a [B]b
V2 = K2 [C]c [D]d

K1 e K2 são as constantes de velocidade, também chamadas constantes cinéticas, das reações direta e inversa, respectivamente. No equilíbrio dinâmico, temos que V1 = V2, ou seja: K1 [A]a [B]b = K2 [C]c [D]d. Desta relação, resulta que:

constante de equilíbrio

Ke é a constante de equilíbrio, e seu valor só é constante a uma temperatura determinada. Variando-se a temperatura, o valor da constante se altera. A partir do valor de Ke, pode-se ter uma idéia do rendimento de uma reação: um valor grande de Ke indica um alto rendimento, já que, pela definição, Ke é a relação entre as concentrações dos produtos e as concentrações dos reagentes; logo, quanto maior o valor de Ke maior deverá ser o valor do numerador (produtos) em relação ao denominador (reagentes). Isto signififca que a quantidade dos produtos formada no final da reação (equilíbrio) é superior à de reagentes remanescentes.

Equilíbrios ácido-base

A dissociação de ácidos fracos:

Sabemos que os ácidos fortes são aqueles que, em solução aquosa, têm praticamente 100% de suas moléculas dissociadas em íons. A porcentagem de moléculas não dissociadas é desprezível. Já os ácidos fracos não se dissociam totalmente. Assim, para estes últimos é possível calcular uma constante que irá relacionar a quantidade de moléculas dissociadas e a quantidade de moléculas não-dissociadas, quando o sistema atinge o equilíbrio. Essa constante de equilíbrio é chamada de constante de dissociação (Kd), e, como estamos tratando de ácidos, a chamaremos de Ka. No caso de ácidos fortes, não faz sentido esse tipo de relação, já que praticamente 100% de suas moléculas estão dissociadas.

A equação proposta por Arrhenius para a dissociação de um ácido HA é: HA(aq) H+(aq) + A-(aq)

Já a equação proposta por Brönsted-Lowry enfatiza o fato do ácido transferir um próton para a água:

HA(aq) + H2O(l) H3O+(aq) + A-(aq)

A condição desse equilíbrio é escrita como [H3O+][A-] / [HA][H2O]. No entanto, como a concentração de moléculas de água permanece constante, ou seja, não influi nos cálculos da equação HA H+ + A-, o equilíbrio pode ser escrito como [H+][A-] / [HA]. Isto seria o mesmo que considerar o íon H3O+ apenas como H+ (que é a espécie que realmente importa), mas como não existe o próton na sua forma livre, devemos saber que H+ está sob a forma de H3O+. Portanto, a constante de dissociação (Ka) para um ácido fraco HA pode ser definida como:

Ka = [H+][A-] / [HA]

A força de um ácido, isto é, seu grau de ionização em solução, é indicada pela magnitude de sua constante de dissociação (Ka). Quanto mais fraco o ácido, menor será o valor de Ka. No caso de ácidos polipróticos, ou seja, ácidos que possuem mais de um hidrogênio ionizável, irão existir mais de uma constante de dissociação. Isto porque a ionização de um ácido poliprótico ocorre em etapas, e cada etapa terá um valor para Ka. Veja como exemplo o ácido sulfuroso:

H2SO3(aq) + H2O(l) H3O+(aq) + HSO3-(aq) Ka1 = 1,3 x10-2
HSO3
-(aq) + H2O(l) H3O+(aq) + SO32-(aq) Ka2 = 6,3 x 10-8

Podemos generalizar que a saída de um próton de um ácido poliprótico torna-se cada vez mais difícil, ou seja, o primeiro próton é liberado com mais facilidade em relação ao segundo e assim, sucessivamente (perceba que o valor de Ka diminui). Isto ocorre porque, com a saída do primeiro próton, a base conjugada tende a recapturar o próton cedido, simultaneamente à saída do segundo.

A dissociação de bases fracas:

A dissociação de uma base fraca em solução aquosa é semelhante à de um ácido fraco, exceto pelo fato de que a atenção é focalizada para a produção de íons OH-. Se considerarmos uma base fraca BOH qualquer, pela definição de Arrhenius a sua dissociação será escrita como: BOH(aq) B+(aq) + OH-(aq)

Já a equação proposta por Brönsted-Lowry enfatiza o fato da base agir como receptora de um próton da água:

BOH(aq) + H2O(l) BH+(aq) + OH-(aq)

A condição do equilíbrio é escrita como [BH+][OH-] / [BOH]. Portanto, a constante de dissociação para uma base fraca BOH (chamamos de Kb) pode ser definida como:

Kb = [BH+][OH-] / [BOH]

Podemos abordar um caso interessante, envolvendo a substância amônia (NH3). À temperatura e pressão ambientes a amônia é um gás muito solúvel em água, com a qual forma uma solução básica. Acreditava-se, no passado, que a amônia reagia com a água formando uma base fraca de Arrhenius, de fórmula NH4OH (hidróxido de amônio). Apesar de hoje em dia ainda se considerar uma solução aquosa de amônia como hidróxido de amônio, sabe-se que moléculas NH4OH não existem, pois elas não só não podem ser isoladas como substância pura, como também pode ser demonstrado que estas moléculas não existem nem em solução. Por isso, a amônia é tratada como uma base de Brönsted-Lowry:

NH3(aq) + H2O(l) NH4+(aq) + OH-(aq)

Para essa reação a condição do equilíbrio (Kb) é: [NH4+][OH-] / [NH3]

 

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